Arquivos de Março, 2008

Como é feita uma corrente de kart?

Construção

A corrente de transmissão é composta de igualdades, ou seja, elos internos e elos externos montados alternadamente.

Componentes

- Elo Externo Rebitado

O elo de pino consiste de quatro partes, sendo duas placas e dois pinos. No tipo contrapinado, os pinos são prensados e rebitados em uma placa e passam justo pela outra para receber os contrapinos. No tipo rebitado, os pinos são prensados e rebitados em ambas as placas.

- Elo Externo Contrapinado

- Elo Interno

O elo interno consiste de seis partes, sendo dois rolos com giro livre, envolvendo duas buchas que tem ambos os lados prensados em duas placas opostas.

Partes

- Pinos

Os pinos são importantes membros para a formação da corrente, pois eles atuam juntamente com as buchas, suportando a carga de tração e por esta razão requerem alta resistência à fadiga, cizalhamento e flexão.

- Bucha

A bucha envolve o pino protegendo-o contra impactos do engrenamento. Por este motivo requer alta resistência à fadiga.

- Rolo

O rolo serve para amortecer os impactos resultantes do engrenamento. Por isso, importantes fatores são requeridos: alta resistência ao impacto, fadiga e desgaste.

- Placa Externa

A placa é o componente que mantém pinos e buchas em suas posições e suporta a carga do conjunto. De modo que requer alta resistência à tração, à fadiga e ao choque.

- Placa Interna

Emenda Comum com Contrapino

Dois pinos são prensados e rebitados em uma placa, e passam deslizando pela outra para receber os contrapinos. Este tipo de emenda é principalmente usada nas correntes DID 80 a DID 240. (Passo de 1″ a 3″ ou maior)

Emenda Comum com Grampo

Dois pinos são prensados e rebitados em uma placa, e passam deslizando pela outra para receber o grampo elástico. Este tipo de emenda é principalmente usada nas correntes DID 40 a DID 60. (Passo de 1/2″ a 3/4″)

OBS.: Estes elos de emendas são tipos especiais de Elo de Pino, usados para fazer a junção das extremidades da corrente, com o comprimento já determinado.

Emenda de Redução

É um tipo especial de emenda, em que metade recebe uma bucha prensada em ambas as placas, com rolo girando livre, e a outra metade recebe um pino que passa livremente pelas placas, sendo que um lado do pino tem uma cabeça recalcada e no outro um chato, que encaixa na placa para impedir o giro do pino, tendo também um furo para receber o contrapino.
Deve ser usado somente como emenda, nos casos em que se deseja reduzir apenas um passo ou em que o nº de elos da corrente seja ímpar. Não deve ser usado em acionamentos de alta rotação.
Gráfico de Seleção
As potências no gráfico de seleção são baseadas em carga constante, comprimento da corrente de aproximadamente 100 passos, prevendo vida aproximada de 15.000 horas com manutenção e lubrificação correta.
As correntes com formações múltiplas já estão com o fator de redução do rendimento.

EXEMPLO:

a- 10 KW de potência
b- 100 rpm na roda dentada menor
c- Equipamento com carga constante acionado por motor elétrico, portanto conforme a tabela grau de impulsividade = 1,0

potência corrigida = grau de impulsividade x potência

10 X 1,0 = (10 kw)

O ponto de cruzamento da linha horizontal (100 rpm) com a linha vertical (10 KW), é um pouco superior a uma roda dentada de 21 dentes, com uma corrente DID 100.
Portanto deve-se optar por uma corrente DID 100 com uma roda dentada de 23 dentes.

*Fonte D.I.D       

Itu a nova do Kart Paulista

 Em protesto contra a SP Turismo, FASP retira seus eventos do Kartódromo de Interlagos

O Kartódromo Schincariol, em Itu, passa a ser a nova casa do kartismo paulista.

O presidente da Federação de Automobilismo de São Paulo, Professor Rubens Carpinelli, condenou veementemente, no dia de hoje, a administração do Kartódromo Ayrton Senna, em Interlagos, sob a responsabilidade da SP Turis. A empresa transformou a tradicional praça esportiva em um “verdadeiro parque de diversões e local de provas piratas”, como a realizada no último sábado, 22 de março.

Sendo assim, a FASP decidiu transferir todos os eventos de seu calendário, antes marcados para o Kartódromo Ayrton Senna, para o Kartódromo Schincariol, em Itu, com a manutenção de todas as datas. A transferência de local para a nova casa do kartismo paulista já terá início a partir deste sábado, 29 de março, com a continuidade do Campeonato Paulista.

Carpinelli informou, ainda, que o retorno dos certames da FASP para o Kartódromo Ayrton Senna só ocorrerá após a manifestação oficial da presidência da SP Turis e o fim de sua política de utilizar o local para fins alheios aos interesses da comunidade paulista do kartismo.

Federação de Automobilismo de São Paulo
Departamento de Comunicação

Motor Wankel

O motor Wankel é um conceito que não é novo e que apesar de reconhecido em termos de performance e de rendimento nunca vingou verdadeiramente devido à dificuldade em aumentar a sua confiabilidade pois é muito dificil de garantir uma durabilidade dos segmentos que este motor utiliza.
Já muitas marcas de automóveis os produziram mas apenas a Mazda se manteve fiel a esta tecnologia e a foi desenvolvendo o que em conjunto com a investigação na área dos materiais tornou possivel que os motores de hoje em dia não sofram da falta de confiabilidade do passado.

Este motor impressiona pelos seus 48hp e pela “saída” que tem, o que é caracteristico deste tipo de motor

Technical Specifications
type= 4-stroke single rotor rotary engine
power= 34 kW at 8750 rpm
weight= ca. 15 kg
torque= 39 Nm at 7500 rpm
chamber volume= 294 ccm
max. rpm= 10300 rpm
ignition= magnet ignition with variable ignition timing
clutch= 2-disc dry centrifugal clutch
drive= ½ in chain type 428

Transmissão Variável

A transmissão de relação variável tem muito que se diga. A Williams desenvolveu uma vez uma caixa de velocidades deste tipo para a F1 e não chegou a correr com ela por ter sido banida. O conceito é inteligente e traz muitas vantagens a nivel de tempo por volta, mas pode ser uma facada importante no esporte visto que manter a rotação em curva deixa de ser um fator de diferenciação na qualidade dos pilotos.
De qualquer forma está aí o link para a empresa que a desenvolveu, e o link para um video de um kart equipado com este sistema:

http://www.cvracing.co.uk/

http://www.youtube.com/watch?v=PWkpLrnAjEU&search=karting

Exemplos de karts movidos a jato!!!

Os exemplos que existe de karts “a jato” não são muitos, mas pelos vistos já há uns quantos, todos eles construidos não por amantes do kart mas sim por amantes de turboreactores.
Na impossibilidade de uma pessoa comum adquirir um motor de avião, mesmo dos mais pequenos, eles centram-se nas APU (Auxiliary Power Unit) desses motores. Que não sao mais do que pequenos motores muito mais fáceis de por a trabalhar e que funcionam como “Motores de arranque” dos motores grandes propriamente ditos dos aviões.

Estas APU’s necessitam de muito menos manutenção e a componente de gestão electrónica por trás delas é reduzida ou praticamente nula quando comparada à do motor principal e por isso são ideais para se “brincar com elas” :)

**jato1**

** jato2**

Fábricas de Kart

                                  

Mecânica Riomar Industria e Comércio Ltda. fundada em 08 de Maio de 1959, com especialização na fabricação de motores de popa de baixa rotação para barcos pelos irmãos Mario de Carvalho e Cezar de Carvalho.

Em 1966 Cláudio Daniel Rodrigues desistiu da fabricação do chassis de kart, cuja responsabilidade passou para as mãos de Maneco Cambacau e Wilsinho Fittipaldi Jr. Depois de 6 meses de trabalho, Wilsinho e Combacau começaram a produzir o “Chassi deitado”, revolucionário na época, no qual era adaptado o motor da Riomar .

Algum tempo depois, Wilsinho e Maneco Combacau passaram os direitos de fabricação do chassis de kart para Emerson Fittipaldi, Mario de Carvalho e Cezar de Carvalho. Em 1967 ,Emerson abandonou a fabricação de karts para dedicar-se à Formula “V”, na qual competia já há algum tempo.

A partir daí começou a caminhada vitoriosa que levou a Mecânica Riomar ao posto que ocupa até hoje.

Atualmente a Kart Mini mantém uma produção totalmente informatizada, conta com funcionários especializados e com treinamento especifico para sua área de atuação.

Pilotos como Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi, Christian Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Rubens Barrichello, Tony Kanaan, Helio Castro Neves, Cristiano da Matta, Mauricio Gugelmin, Gil de Ferran , Felipe Massa , começaram sua carreira pilotando um KART MINI

Assim , a Kart Mini é hoje o 3º Maior Fabricante de Karts do Mundo e o Maior das Américas.
Nossa História é a de uma verdadeira Fábrica de Campeões.

 

O kartismo difundiu-se na Europa no final dos anos 50. Em 1959, a Birel SpA nasceu por iniciativa de um comerciante de carros e motos da cidade de Lissone, em Milão, na Itália. Umberto Sala decidiu construir um kart para o seu próprio divertimento. Sala já havia competido no motociclismo e no automobilismo, tendo disputado por duas vezes a Mille Miglia, mais famosa prova de rua da Itália na época. O karismo seria portanto uma forma natural para que Umberto continuasse vivenciando a sua paixão pela velocidade e competição. O chassi acabou sendo nomeado de Birel, em homenagem ao apelido de sua família na cidade de Lissone, que era conhecida por os Birél (com acento no e). O primeiro piloto oficial da nova fábrica acabou sendo sendo Guido Sala, irmão de Umberto. Já em 1961 a Birel participa em Milão de uma prova intitulada Campeonato do Mundo, apesar de ainda não ser reconhecida oficialmente pela FIA – Federação Internacional de Automobiismo. A Birel classifica-se em segundo lucar com Walter Eleonori. Nesse mesmo ano, apresenta-se oficialmente no Salão do Kart No ano de 1967 a Birel chegou a aventurar-se na construção de um Fórmula 3, utilizado por Vittorio Brambilla para conquistar o Camponato Italiano da modalidade. Ainda em 67 a Birel vence pela primeira o Mundial de Kart, com Edgardo Rossi, em Mônaco.

Pilotos brasileiros que já competiram pela Birel no exterior

Christian Fittipaldi
Guga Ribas - Campeão mundial de kart em 1986
Caio Travaglini
Sérgio Jimenez - Pole position do Mundial de Kart em 2000
Fernando Rees

Os chassis vermelhos no Brasil

A Birel chegou no Brasil em meados dos anos 90. O detentor dos direitos da marca era Zeca Giaffone, patriarca de uma das famílias mais respeitadas no automobilismo nacional. A Birel chegou no mercado nacional juntando-se com a fábrica do Giaffone, a ZF, criada ainda na década de 80. Em 2001, a Birel foi comprada pelo empresário e piloto Luís Sousa, e na temporada de 2002 começou o que seria uma revolução na concorrência de fábricas de chassi no Brasil. Ganhou uma moderna fábrica no município de Barueri, na Grande São Paulo, e adotou uma arrojada política de mercado, pesquisa e desenvolvimento de seus produtos. A mudança mais recente na história da fábrica aconteceu em setembro de 2004, quando o comando da Birel passou totalmente para as mãos de Marcelo Petriccione, um campeão Brasileiro de Kart que já trabalhava na marca junto com a família Sousa. O primeiro grande título da Birel veio em 1998, com o Campeonato Brasileiro de Kart conquistado por Átila Abreu, na categoria Júnior Menor.

 

A MEGA KART é uma empresa que a cada dia cresce muito no mercado de Chassis e principalmente em Peças e Acessórios para Kart.

Com criatividade, desenvolvem e fabricam produtos com a mais alta qualidade, tecnologia e competitividade.
Em alguns itens são lideres de mercado como em Carenagens, Filtros (Inlet Silencer) e Kits p/ motores RD 135 e caminhando para serem lideres em muitos outros produtos.

O Projeto Mega é um produto totalmente Brasileiro, com a sua primeira homologação sendo feita em 1997.
A MEGA fabrica produtos com alta qualidade e são vendidos com preços competitivos para que mais kartistas possam competir e ou simplesmente ter o prazer em pilotar um kart como hobby.

O chassi, que com certeza é o que possui melhor preço do mercado com uma qualidade excelente e alta performance nas pistas, possui títulos nos kartódromos de quase todo o Brasil com maiss de 100 titulos e com importantes conquistas como o Campeonato Brasileiro CBA e 500 Milhas de Kart Granja Vianna
O chassi SUPER MEGA C-3, é o modelo que conquistou pilotos e preparadores em todo o Brasil , com sua facilidade de acerto em qualquer tipo de pista e piltoto.
Veja sempre em lançamentos Mega Kart temos como meta sempre fornecer ao Kartista e Preparadores produtos novos com criatividade e preço compatível.

Carburadores

A técnica de mexer no carburador tem sempre tendencia a ser das ultimas coisas que um piloto aprende. Eu aprendi bastante cedo e é com espanto que verifico que existem pilotos já com alguma experiencia cuja carburação é sempre afinada pelo mecânico e não pelo piloto. Espero que sabendo qual é o funcionamento do carburador uns se aventurem mais com ele, e outros melhorem aquilo que já fazem. Se é melhor andar mais rico ou sempre no limite, isso fica à escolha de cada um.
Utilizam-se dois tipos de carburadores. O primeiro tipo é o carburador por gravidade, dito assim porque a sua primeira utilização foi em motos, onde o depósito de combustivel está normalmente por cima do motor e como tal a gravidade é suficiente para manter cheia a cuba do carburador. No karting é necessária uma bomba de gasolina para manter o carburador cheio. Estes carburadores utilizam-se actualmente nos karts 125 de caixa e em alguns motores 125cc sem caixa de velocidades.

O principio de funcionamento é simples. Existe no carburador um reservatório de gasolina de onde esta é sugada pelo ar que passa no carburador. Cada carburador possui normalmente 3 sistemas, o sistema principal, o auxiliar (ou de baixas) e o sistema de arranque. Cada um destes sistemas tem a sua importância consoante o regime em que se está. O de arranque é importante para que o motor arranque e para manter o ralenti. O de baixas é importante quando o motor está num regime de baixas rotações e o acelerador está fechado. O sistema principal é importante durante todos os momentos em que se está acelerando. Pelo menos o sistema principal e o de baixas permitem que se afine o gigleur, isto é, o diâmetro do orificio por onde passa a gasolina, de forma a enriquecer ou empobrecer a mistura ar-gasolina. No sistema principal existe ainda uma agulha cónica, em movimento solidário com a guilhotina do acelerador e que faz variar a quantidade de gasolina que passa consoante se está a acelerar mais ou menos. É possivel então afinar o carburador “brincando” com os diâmetros dos gigleurs e com a conicidade da agulha.

O segundo tipo de carburador é o chamado “automático”, chama-se assim porque incorpora numa única peça as funções de carburador e bomba de gasolina, sentindo “automaticamente” as necessidades de gasolina do motor. É importante dizer que esta “automação” não traz propriamente uma vantagem directa. A vantagem destes carburadores está no facto de possuirem duas agulhas que o piloto pode afinar em andamento, no entanto é mais dificil atingir uma carburação certa em todos os regimes com este tipo de carburador do que com o tipo anterior. De qualquer forma o funcionamento do carburador segue o mesmo principio, com a diferença que não é possivel modificar os gigleurs, mas sim afinar uma agulha de altas e uma agulha de baixas. Cada uma permite afinar a quantidade de combustivel num regime alto e num regime baixo, mas os seus efeitos não são totalmente independentes. A agulha de baixas influencia a quantidade de gasolina mesmo em alto regime, e vice versa. Isso complica um pouco as coisas. Porque é possivel ter a agulha de altas muito aberta, e a de baixas muito fechada e o motor funcionar bem, mas terá tendência para gripar nas curvas pois apesar de em médio-alto regime o motor ter gasolina suficiente, em baixo regime está seco e gripa. O mesmo pode acontecer com uma afinação inversa, mas nesse caso o motor pode gripar no final das rectas. Para afinar o carburador normalmente sente-se o motor em andamento, e verifica-se a quantidade de fumaça que o motor faz, abrindo e fechando as agulhas  e procurando o ponto de maior rendimento. Convêm nunca desiquilibrar muito a afinação (fechar a das altas e abrir a das baixas, como referi há pouco) tendo cuidado para nao fechar demasiado. Uma afinação demasiado seca funciona muito bem durante 2 ou 3 curvas, e gripa o motor na primeira reta que aparecer.

É preciso ainda ter noção de que as condições atmosféricas influenciam muito a carburação e que pode acontecer uma carburação boa num dia estar muito rica ou muito seca noutro dia. Isto tem principalmente a ver com a temperatura e humidade relativa do ar. Quanto maior a temperatura, menor é a densidade do ar, e mais rica ficará a carburação.

Relacionada com a carburação está a técnica de tapar o filtro de ar no final das rectas. Nunca fui muito fã, mas a ideia é dar ao motor uma quantidade extra de gasolina, de forma a o refrigerar e ao mesmo tempo proporcionar uma saida da curva melhor. Isto só é necessário se a carburação estiver seca. Se estiver bem feita tapar o filtro de ar só trás desvantagens, incluindo a desvantagem de fazer com que as palhetas se detriorem  mais rapidamente nos motores de palhetas. Nos motores tipo “piston-port” (categorias para as idades mais baixas) não existe este problema.

Boas gripadelas!

Como medir a velocidade de um Kart?

Como medir a velocidade de um Kart

Desde há muito que a velocidade de ponta de um kart é algo que sabemos +/- mas que raramente se tem a certeza. Certo é que para quem está fora dos karts, o mais certo é dizer por volta de 80 km/h. Quem está por dentro, provavelmente dirá que um 125cc chega aos 140 e um 125 com canbio aos 160km/h.
Na verdade não é dificil de calcular a velocidade e para acabar com fantasmas aqui vai:

Karts de transmissão directa:

Vou dar o exemplo dum 125cc. Final da reta, 20000 rpm, com uma relação pinhão-coroa de 10/83 (p/c).

Medi aqui um pneu vazio (devia ser cheio e ainda mais um pouco pelo efeito da força centrífuga pois o pneu vai a rodar muito depressa) e deu-me 880mm de perímetro.

velocidade = perimetro do pneu(em mm) x rotação(rpm) x p/c x 60 / 1000000
velocidade = 880 x 20000 x 10/83 x 60 / 1000000 = 127km/h

Karts com caixa de velocidades:

O procedimento é o mesmo, mas é necessário contar com a desmultiplicação da cambota para a caixa de velocidades e também com a desmultiplicação consoante a mudança em que se esteja. Além da relação pinhão/coroa, como é óbvio.

No exemplo utilizei os dados do Vortex RVS, tirados da ficha de homologação disponível no site da Vortex:

14000 rpm
relação cambota/primário (C/P) = 15/59
relação primário/secundário em 6ª velocidade (P/S) = 23/22
relação pinhão/coroa (p/c) = 17/23
velocidade = perimetro do pneu(em mm) x rotação(rpm) x C/P x P/S x p/c x 60 / 1000000
velocidade = 880 x 14000 x 15/59 x 23/22 x 17/23 x 60 / 1000000 = 145km/h

E pronto, nem tão rápido como alguns dizem, nem tão lento como outros pensam.

2º Etapa da Copa São Paulo

Resultados da 2º Etapa da Copa São Paulo, realizada sábado dia 15 de março de 2008, no kartódromo da Granja Viana

Sport 400
1) Luiz Alberto Braz
2) Ricardo Talarico
3) Pedro Gomes
4) Germinal Vichez
5) Michael Pryor
6) Sergio Guimarães
7) Roberto Gomes
8 ) César Rocha
9) Jone Santos

Junior
1) Bruno Leon
2) Lukas Moares
3) Matheus Sucena
4) Gaetano Di Mauro
5) Rafael Raucci
6) Felipe Ferrareto
7) Rafael Borlone
8 ) Henrique Tielas
9) Felipe Silva
10) Caique Sousa
11) Willian Bocater
12) Giovanni Schiavinato
13) Diego Avilez
14) João Victor

Shifter
1) André Sousa
2) João Vitor
3) Felipe Leonardo
4) Guilherme Jacob (S)
5) Munir Aboissa
6) Rui Loiola (S)
7) Jorge Borelli (S)
8 ) Albano Macedo (S)
9) Rogério Raucci (Sixspeed)
10) Victor Guerin
11) Pedro Serrano (S)
12) Dacio Rodrigues (Sixspeed)
13) Marcos Vinicius (Sixspeed)
14) Zizo Matarazzo (sixspeed)
15) Nicolas Costa
16) Rafael Canato (Sixspeed)
17) Sergio Trivellato (Sixspeed)
18) Emilio Padron (S)
19) Ricardo Landi
20) Waldir Belizário
21) Arthur Labs (Sixspeed)
22) Eduardo Martins
23) Sérgio Jimenez
24) Felipes Apezzatos
25) João Gonçalves

Executive
1) Roberto Azana
2) Jorge Borelli
3) Max Lutjens
4) Pedro Pavan
5) Sergio Martinez
6) Carlos Abreu
7) Carlos Pospischeck
8 ) Ricardo Molina
9) Marcio Quixada
10) João Rodrigues Neto
11) Toto Bueno
12) Vladimir Reggiani
13) Hirano Toyohiro
14) Munir Aboissa
15) Henrique Martinez
16) Fernando Gonçalves
17) José Leardim
18) Adriano Macedo
19) José Gironde
20) Domingos Iorio
21) Gilson Diniz
22) Walter Naterrer
23) Alexandre Camara
24) Ricardo Moreira
25) Fernando Chuairi
26) Welson Jacometti
27) Marco Diez
28) Marcos Peli

Pró – 500 – 1ª BATERIA
1) Loctite/Liofol/Henkel (kart 74)
2) MV Racing (Kart 71)
3) Marlia/By Stop Aço (Kart 22)
4) Badula/Marinho/Pavão
5) Abrantes & Miloni
6) MV Racing (Kart 80)
7) Loctite/Liofol/Henkel (kart 92)
8 ) Loctite/Liofol/Henkel (Kart 11)
9) Felipe Sousa
10) Massoni Racing (kart 170)
11) Vasconcelos & Alves
12) Girotto Racing/Cia Athlética
13) MV Racing (Kart 45)
14) Mingo Racing
15) Enigma Kart (Kart 99)
16) Alex Silva & Nelson
17) SM Racing
18) Nelsinho Stanisci
19) MS Team/VKR
20) LC Racing
21) Badix C.Nacional
22) Nicolas Costa
23) Marlia/By Stop Aço (Kart 25)
24) Enigma Kart (Kart 98)
25) Jornalistas/Mingo racing
26) MV racing (Kart 81)
27) Mingo racing (Kart 17)
28) Leonardo Tamburro
29) MS Team/VKR (Kart 33)
30) MV Marba

Mirim/Mirim Light
1) Leonardo Raucci
2) Luciano Franklin
3) Caique Vali
4) Sérgio Guimarães
5) Lucas Pereira
6) João Marques
7) Leonardo Baran (Light)
8 ) Pedro José (Light)
9) André (Light)
10) João Lucas (Light)

Cadete
1) Daniel Mattar
2) Roberto Miguel
3) Rafael Martins
4) Pedro Coutinho
5) Giuliano Raucii
6) Andreas Visnardi
7) Sérgio Serrano
8 ) Christian Hahn
9) Carlos Henrique
10) João Felix
11) Felipe Jordão
12) Gabriel Balarim
13) Caue Arias
14) Luis Felipe

Stock 125
1) Luca Travaglini
2) Azana/Pospischeck
3) Beto Monteiro/Roberval Andrade
4) Yuri Alves
5) Douglas Pecoraro
6) S. Carvalho/M. Tomason
7) Matheus Protti
8 ) Lucas Nocker
9) Arthur Herchcovitch
10) Giaffone/Guzzi/Monteiro
11) Valdo Oliveira
12) Navarro/Visetti
13) Julio Reis/Lucas
14) Cadu Berni
15) Rossi/Machado
16) Bruno Balarim
17) Alain/Rafael
18) Fernando Araujo
19) Willian/João
20) Vinicius Alvarenga
21) Dagoberto/José Raul
22) E.Carvalho/Tottaro
23) Francesco/Nono Figueiredo
24) L. Viscardi/Esteiles
25) Eduardo Araujo
26) Renato Gasparian
27) Marco Diez/Décio Scartezini
28) Giuliano Salzano

PRÓ 500 – 2a BATERIA
1) Loctite/Liofol/Henkel (kart 74)
2) Marlia/By Stop Aço (Kart 22)
3) Felipe Sousa
4) Loctite/Liofol/Henkel (Kart 92)
5) Nicolas Costa
6) Massoni Racing (Kart 170)
7) Badula/Marinho/Pavão
8 ) Loctite/Liofol/Henkel (Kart 11)
9) MV racing (Kart 45)
10) SM Racing
11) MV Racing (Kart 71)
12) Di Andrea/Itará/LC Racing
13) Enigma Kart (kart 98)
14) Abrantes/Miloni
15) LC Racing (Kart 111)
16) MV Racing (Kart 80)
17) MV Racing (Kart 81)
18) Marlia/ By Stop Aço (Kart 100)
19) MS Team /VKR (Kart 33)
20) Badix/C. Nacional
21) Marlia/ By Stop Aço (Kart 25)
22) Girotto Racing/Cia Athletica
23) MS Team/VKR (Kart 36)
24) Jornalistas/Mingo racing
25) Tecnoflex/Oppius
26) Leonardo/Lucas
27) Mingo racing (Kart 17)
28) Enigma Kart (Kart 99)
29) Vasconcelos/Alves
30) Mingo racing (Kart 02)
31) Alex Silva/Emerson

Manual do Kart

Algumas dicas pra tirar o amigo kartista do sufoco!!!

** manual1**

Pista Seca:
Convergência é 0mm
Se o Kart Sair de Traseira o recurso é fechar a traseira
Se o Kart Sair de frente o recurso é fechar a dianteira

**manual2**

Pista Molhada:
Convergência é 5mm
Fechar as rodas traseiras e abrir as dianteiras
O Banco do Kart deve ser colocado 20mm a frente da posição usada em pista Seca

**manual3**

Bucha Excêntrica:
Quando o Kart estiver prendendo a frente deve-se virar as buchas excêntricas da parte de baixo do U das Mangas
Quando o Kart estiver escapando a frente deve-se virar as buchas excêntricas da parte de cima do U das Mangas
**manual4*

Arruelas do U da Manga:
As Arruelas situadas entre a Manga e o U da Manga servem para elevar ou baixar a frente do Kart em relação ao solo
Ao Elevar o Chassis , colocando as arruelas acima das mangas , o kart ficará mais preso
Ao Baixar o Chassis , colocando as arruelas abaixo das mangas , o kart ficara mais solto

Eixo Traseiro:
para Pista muito emborrachada deve-se usar um eixo mole
para Pista pouco emborrachada deve-se usar um eixo médio
para Pista sem borrachada deve-se usar um eixo duro
Calibragem de Pneus
Dianteira 12 Lbs.
Traseira 14 Lbs.
Subindo a Calibragem o Kart Prende
Baixando a Calibragem o Kart Solta

Corrente
Manter sempre Lubrificada com Óleo e Graxa
**manual5*

 Motor Estacionário Riomar V4 125cc:
Pistão - Ø62,00mm à 62,50mm
Curso - 40,70mm
Folga no Pistão 0,070mm a 0,080mm
Ponto no Motor - Gasolina 2,2 , Alcool 2,0 acertando as marcas A e B no Magneto conf. desenho
Motor Estacionário Riomar Super 125cc:
Pistão - Ø54,00mm à 54,25mm
Curso - 54,00mm
Folga no Pistão 0,085mm a 0,090mm
Ponto no Motor - Gasolina 2,0 , Alcool 2,4 acertando as marcas A e B no Magneto conf. desenho
Vela:
Ø14mm com abertura de eletrodo 0,60mm a 0,70mm
Vela recomendada para amaciamento - BOSCH W9D
Vela recomendada para competição - NGK B8EV , NGK B9EV , NGK B10EV
Proporção Combustível Lubrificante:
Alcool Hidratado - 20 Litros combustível p/ 1 Litro Óleo Castrol Kart
Gasolina - 17 Litros combustível p/ 1 Litro Óleo Castrol Kart
Carburador:
Fechar agulhas até encontrar resistência e abrir 1,5 Voltas Marcha Lenta - Regula Saída do Motor
Marcha Acelerada - Regula a Aceleração Máxima do Motor

Obs.Logo após tenha terminado de usar o motor com álcool , colocar este para funcionar com Gasolina e Óleo Castrol Kart por 2 minutos afim de limpar os resíduos de álcool

tempo mínimo de Amaciamento de 20 Minutos

*fonte Kart Mini

 

Copa São Paulo de Kart Granja Viana

Resultados da 1ºEtapa do Campeonato

Mirim
1) Luciano Franklin, 
2) Caique Tenevari,
3) Lucas Pereira,
4) Leonardo Raucci,
5) Sergio Guimarães, 

Cadete
1) Rafael Martins,
2) Giuliano Raucci,
3) Sérgio Serrano, 
4) Pedro Coutinho,
5) Roberto Miguel,

Junior
1) Gaetano Di Mauro,
2) Rafael Borlone, 
3) Bruno Leon, 
4) Lucas Moraes,
5) Rafael Raucci,

Stock 125
1) Willian Freire e João Gonçalves, 
2) Bruno Balarim,
3) Lucas Nocker,
4) Azana e Pospischeck,
5) Luca Travaglini,

Master Pró
1) Azana e Pospischeck,
2) Edu Carvalho e Paulo Tottaro,
3) Dagoberto e José Raul,
4) Paulo Navarro e João Visetti,
5) Eduardo Araujo,

Sixspeed
1) Rogério Raucci,
2) Luiz Matarazzo,
3) Tuco Labes,
4) Dacio Rodrigues,
5) Rafael Canato,

Shifter Kart
1) Dennis Dirani,
2) Danilo Dirani,
3) André Nicastro,
4) Waldir Belizário,
5) Wagner Ebrahim,

Shifter Kart Senior
1) Guilherme Jacob,
2) Pedro Serrano,
3) Rui Loiola,
4) Carlos Araujo,
5) Luis Sousa,

Sport 400
1) Luis Braz,
2) Ricardo Talarico,
3) Germinal Vilchez,
4) Michel Pryor,
5) Sergio Guimarães,

Executive
1) Ricardo Molina,
2) Wlademir Reggiani,
3) Marcos Peli,
4) Jorge Borelli,
5) Sergio Martinez,

Pró 500
1) MV Racing,
2) Massoni Racing,
3) Badula/Marinho,
4) MV Racing,
5) Felipe Sousa,

Pró 500 Light
1) Massoni Racing,
2) MS Team/VKR,
3) Girotto Racing/Cia Athetica,
4) Tecnoflex/Oppius,
5) Jornalistas,

A História do Kart

O primeiro kart foi construído em Los Angeles em 1956, com motor de aparador de grama. Foi logo um sucesso e em 1957, em Pesadena, Estados Unidos, aconteceu a primeira corrida de kart.

Entusiasmado com as corridas que assistiu, com pequenos carrinhos de motores dois tempos, o comerciante de automóveis Cláudio Daniel Rodrigues resolveu importar a idéia, fabricando os primeiros chassis de kart no Brasil. Em uma época onde o improviso falava mais alto que a tecnologia, o protótipo do kart nacional tinha pneus de carrinhos de mão e motor d’água. O idealismo que marcou os primeiros anos do novo esporte era movido principalmente pelo prazer de disputas em pistas de rua.

Os primeiros modelos eram muito diferentes dos atuais, os pilotos dirigiam quase deitados. Os chassis construídos na época eram inspirados nos modelos americanos, mais apropriados para provas de longa duração. Só após a inauguração do kartódromo de Interlagos, em São Paulo, os chassis passaram a seguir o padrão europeu, com uma menos distância entre-eixos, o que fazia com que os pilotos não ficassem mais tão deitados. Na época, o então jovem Emerson Fittipaldi dividia com os outros pilotos a tarefa de construir chassis. Ele foi, aliás, um dos pilotos a conseguir competir com menos de 18 ano, já que era preciso ter carteira de habilitação para correr em um simples kart.

** Kart hist1**

Desde o início das provas de kart no Brasil, a competitividade marcou a categoria. Nomes como Wilsinho Fittipaldi, Carol Figueiredo, Maneco Cambacau, Afonso Giaffone, José Carlos Pace, entre outros, se destacavam nas provas de rua. Emerson Fittipaldi também se tornou rapidamente um vencedor no kartismo.

Com o final da década de 60, alguns dos principais pioneiros deixaram o kart, a maioria para correr de automóvel no Brasil, e outros, como Emerson Fittipaldi, foram à Inglaterra, iniciar sua carreira na F-Ford. Já nos anos 70 surgiam mais nomes que posteriormente teriam uma carreira de destaque na Europa, como Nelson Piquet, Roberto Pupo Moreno, Chico Serra entre outros.

O kartódromo de Interlagos viu crescer ainda na década de 70, um de seus maiores pilotos em todos os tempos. Ayrton Senna da Silva era então mais um jovem talentoso com uma incurável obsessão por vitórias.

A partir dos anos 70, o kartismo começa a ser levado cada vez mais a sério pelos jovens pilotos, tecnicamente a principal mudança observada nesse período foi a introdução do álcool como combustível, o que permanece até hoje.

Resultados da AKRD

Resultados da AKRD realizada no dia 24 de fevereiro.

1º Carlos Roda                 CR Motorsports  
2º Ted Fernandez           Ribeiro Competições 
3º Luciano Torres           Alex/Bozzão 
4º Wilson Volk                 Alex/Bozzão 
5º Adriano                        CR Motorsports
6º Fernando Cestari        CR Motorsports
7º TIAGO FERRAZ         CR Motorsports 

Pódium da AKRD

International Kart GP

Resultados do International Kart GP realizado em Guaratinguetá SP

1- Alberto Cattucci (BRA)
2- Jennifer Costa (BRA)
3- Daniel Ramalho (BRA)
4- Steve Bell (ING)
5- Lucas Marotta (BRA)
6- Alex Grigoletto (BRA)
7- André Girotto (BRA)
8- Alexandre Silva (BRA)
9- James Hammond (ING)
10- Anwar Beroual-Smith (ING)
11- David Yamamoto (IRL)
12- Thomas Buckley (IRL)
13- Christiano Mattheis (BRA)
14- Ben Bertolini (BRA)
15- Luke Williams (ING)
16- John Elliffe (IRL)
17- Marcelo Cascão (ING)
18- Eamonn Yamamoto (IRL)
19- Márcio Arcoverde (BRA)